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Plínio Santos FilhoPh.D.
Físico · Artista · Professor

Sobre

Por décadas ensinei adultos; agora também os mais novos — dos cinco aos onze anos. Era a idade que me faltava. Todos aprendem a mesma coisa: a ver, e a desenhar o que está diante deles.

Plínio com seus jovens alunos, de 5 a 11 anos, na escola Ethos em Recife
Meus alunos, de 5 a 11 anos — eles aprendem a ver e a desenhar o que têm diante de si. Ethos, Recife.
Plínio com seus alunos adultos em Frankfurt, os desenhos deles na parede atrás
Com meus alunos — Frankfurt. Os estudos deles na parede atrás de nós.
Plínio Santos Filho em sua exposição individual, Frankfurt
Na minha exposição individual — Frankfurt.
Plínio Bezerra dos Santos FilhoPh.D. · Recife, Pernambuco, Brasil

Nasci em Caruaru, Pernambuco. Minha vida foi marcada por uma tensão fecunda entre a investigação empírica rigorosa e uma visão artística profunda.

Meu doutorado em física — na Washington University in St. Louis, com um pós-doutorado em Harvard — me ensinou a ver a estrutura do invisível. E foi exatamente isso que me revelou como os Grandes Mestres viam o mundo.

Há mais de trinta e três anos ensino desenho, pintura, percepção visual, anatomia artística e História da Arte em Recife. Meu método, O Ato de Desenhar, destila essa experiência num treino prático de ver de outra maneira — um estudo por dia, do jeito que o hábito se forma no cérebro.

Meu trabalho mais recente é o registro de uma jornada de pesquisa — uma conversa entre um ser humano e uma inteligência artificial — feita para encontrar, traduzir, apresentar e contextualizar textos antigos guardados por séculos nos mosteiros da Etiópia. A pergunta que fiz numa manhã de sexta-feira em Recife era simples. A resposta, ao que parece, esperava havia séculos.

Plínio Santos Filho — brasileiro.
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Credenciais

Desenho · Pintura · Percepção Visual · Anatomia Artística · História da Arte · Gravura
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